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  1. Media@ção • Novos vídeos de apoio

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    <p class="sapomedia images"><img style="width: 605px; padding: 10px 10px; border: 1px solid #c0c0c0;" title="7P_top.png" src="https://c8.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/B1617a886/22080173_ZgZoP.png" alt="7P_top.png" width="605" height="183" /></p> <p><span data-sheets-value="{"1":2,"2":"Foram lançados dois vídeos de apoio ao concurso Media@ção: um sobre a importância do uso de imagens e músicas livres de direitos de autor para incorporar num trabalho próprio, com exemplos de sítios onde podem ser encontrados; outro sobre uma forma adequada de referenciar imagens, músicas e outros materiais.\nOs dois vídeos assinalam também a iniciativa 7 Dias com os Media, pois são um instrumento geral de apoio a um uso criterioso de fontes áudio e vídeo e ao tema dos direitos de autor.\nLer artigo na íntegra no portal da RBE.\n"}" data-sheets-userformat="{"2":15043,"3":{"1":0},"4":{"1":2,"2":4555150},"9":0,"10":0,"12":0,"14":{"1":3,"3":1},"15":"Calibri","16":11}">Foram lançados dois vídeos de apoio ao concurso Media@ção: um sobre a importância do uso de imagens e músicas livres de direitos de autor para incorporar num trabalho próprio, com exemplos de sítios onde podem ser encontrados; outro sobre uma forma adequada de referenciar imagens, músicas e outros materiais.</span></p> <p><span data-sheets-value="{"1":2,"2":"Foram lançados dois vídeos de apoio ao concurso Media@ção: um sobre a importância do uso de imagens e músicas livres de direitos de autor para incorporar num trabalho próprio, com exemplos de sítios onde podem ser encontrados; outro sobre uma forma adequada de referenciar imagens, músicas e outros materiais.\nOs dois vídeos assinalam também a iniciativa 7 Dias com os Media, pois são um instrumento geral de apoio a um uso criterioso de fontes áudio e vídeo e ao tema dos direitos de autor.\nLer artigo na íntegra no portal da RBE.\n"}" data-sheets-userformat="{"2":15043,"3":{"1":0},"4":{"1":2,"2":4555150},"9":0,"10":0,"12":0,"14":{"1":3,"3":1},"15":"Calibri","16":11}">Os dois vídeos assinalam também a iniciativa 7 Dias com os Media, pois são um instrumento geral de apoio a um uso criterioso de fontes áudio e vídeo e ao tema dos direitos de autor.<br /></span></p> <p><span data-sheets-value="{"1":2,"2":"Foram lançados dois vídeos de apoio ao concurso Media@ção: um sobre a importância do uso de imagens e músicas livres de direitos de autor para incorporar num trabalho próprio, com exemplos de sítios onde podem ser encontrados; outro sobre uma forma adequada de referenciar imagens, músicas e outros materiais.\nOs dois vídeos assinalam também a iniciativa 7 Dias com os Media, pois são um instrumento geral de apoio a um uso criterioso de fontes áudio e vídeo e ao tema dos direitos de autor.\nLer artigo na íntegra no portal da RBE.\n"}" data-sheets-userformat="{"2":15043,"3":{"1":0},"4":{"1":2,"2":4555150},"9":0,"10":0,"12":0,"14":{"1":3,"3":1},"15":"Calibri","16":11}">Ler artigo na íntegra no <a href="https://www.rbe.mec.pt/np4/2746.html" rel="noopener">portal da RBE</a>.<br /></span></p>
  2. Metodologias ativas | Aprendizagem baseada em problemas

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    Photo by Alice Dietrich on Unsplash

    A Aprendizagem Baseada em Problemas (do inglês Problem-Based Learning - PBL) é uma metodologia de ensino que promove uma aprendizagem ativa centrada nos alunos, confrontando-os com problemas complexos do mundo real. Os alunos são levados a problematizar, refletir e atribuir significado às sua aprendizagens, à medida que encontram as respostas para os problemas que lhes são apresentados. Nesse sentido, esta metodologia, para além de favorecer competências essenciais para a aprendizagem ao longo da vida, estimula o pensamento crítico, a colaboração, a criatividade e a comunicação.

    As investigações realizadas na área da aprendizagem baseada em problemas (Duch, Groh, and Allen, 2001) mostram que os alunos que são envolvidos em situações que implicam a resolução de problemas se mostram mais motivados e que revelam um melhor desempenho na realização de tarefas complexas.

     

    O que é a aprendizagem baseada em problemas?

    A origem da aprendizagem baseada em problemas está associada ao movimento da educação progressista, nomeadamente aos ideais de John Dewey que defendia um ensino centrado nas experiências dos alunos fora da escola (Dewey, 1916).

    Como metodologia, surge entre o final da década de 60 e início da década de 70 na área da Medicina, sendo Barrows um dos investigadores mais conceituado. Para Barrows (1986) a aprendizagem baseada em problemas é um método de aprendizagem baseado no princípio da utilização de problemas como ponto de partida para a aquisição e integração de novos conhecimentos. Nesse sentido, os protagonistas da aprendizagem são os próprios alunos, que assumem a responsabilidade de ser parte ativa do processo.

    Esta metodologia, para além das aprendizagens curriculares, favorece o desenvolvimento de competências transversais, tais como:

    - Resolução de problemas e a tomada de decisões;

    - Colaboração e trabalho em equipa;

    - Capacidade de comunicação;

    - Reflexão sobre a própria aprendizagem (metacognição);

    - Pensamento crítico;

    - Aprendizagem ao longo da vida.

     

    Como se implementa?

     A característica central desta metodologia é que a experiência de aprendizagem proporcionada aos alunos seja orientada para a resolução de um problema que os envolva (Barrows, 2000). Portanto, o problema é central na aprendizagem baseada em problemas, pelo que o professor deve tirar partido do trabalho entre os alunos, para que cada um deles tenha acesso àquilo que precisa de saber sobre o problema e domine as competências necessárias para o solucionar.

    De acordo com os fundadores desta metodologia (Barrows e Tamblyn, 2003), o processo que caracteriza a aprendizagem baseada em problemas passa pelas seguintes etapas:

    1. Apresenta-se um problema aos alunos. Os alunos, em grupo, organizam as suas ideias e tentam solucioná-lo com o conhecimento que já possuem a respeito do assunto em causa. Desta forma, avaliam os seus conhecimentos e definem a natureza do problema.

    2. Através da discussão em grupo, os alunos elaboram perguntas ou questões de aprendizagem, sobre os aspetos do problema em estudo. Estas questões são anotadas pelo grupo. Os alunos são continuamente estimulados a definir o que sabem e, sobretudo, o que não sabem a respeito do problema.

    3. Os alunos classificam por ordem de importância as questões de aprendizagem levantadas pelo grupo e decidem quais as questões que serão investigadas por todo o grupo e as que serão feitas individualmente e, posteriormente, partilhadas com o restante grupo. Os alunos e o professor também podem discutir quais os recursos necessários na fase de investigação, tendo em conta as questões de aprendizagem.

    4. Em grupo, os alunos exploram as questões de aprendizagem, integrando os novos conhecimentos para procurarem responder ao problema de partida. Nesta fase, os alunos devem fazer uma síntese dos novos conhecimentos, relacionando-os com o que já sabiam. É normal que, à medida que progridem na resposta ao problema, continuem a definir novas questões de aprendizagem. Desta forma, percebem que a aprendizagem é um processo contínuo e que sempre haverá – mesmo para o professor – questões de aprendizagem a serem exploradas.

    5. Depois de terminado o trabalho e encontrada a resposta ao problema, os alunos autoavaliam-se e aos pares, desenvolvendo a capacidade de refletir sobre as suas aprendizagens.

    Os autores alertam para a flexibilidade deste modelo, que pode assumir múltiplos formatos, respondendo, desta forma, a necessidades específicas do contexto em que ocorre.

    O professor deve ter em conta os seguintes aspetos, que asseguram o sucesso da metodologia:

    - os conceitos necessários para a resolução do problema devem ser apresentados e discutidos com os alunos;

    - os problemas devem ser definidos com clareza;

    - a análise do problema implica perguntar, explicar, formular hipóteses;

    - a nova informação recolhida deverá ser sintetizada e apresentada.

     

    Qual o papel da biblioteca escolar?

    A biblioteca escolar pode apoiar a implementação desta metodologia, quer colaborando com os professores em situação de coensino, quer no apoio aos alunos, em momentos de trabalho autónomo.

    De facto, esta metodologia assenta numa abordagem pedagógica centrada no aluno, em que este é o principal responsável pela sua aprendizagem, atuando ativa e criticamente, construindo o seu próprio conhecimento e compreendendo o mundo que o rodeia, através de atividades práticas, experiências e reflexões.

    Nesta situação, a biblioteca escolar pode assumir-se como facilitadora da aprendizagem, assegurando a acesso à informação e aos recursos necessários para a resolução do problema identificado. Pode, ainda, ajudar os alunos a pensar criticamente, orientando as suas reflexões e proporcionando-lhes uma variedade de oportunidades de aprendizagem.

      

    Referências

    Barrows, H. S. (2000). Problem-based learning Applied to medical education. Springfield: Southern Illinois University Press.

    Barrows, H. S.; Tamblyn, R. M (2003). Problem-based learning: an approach to medical education. Springer series on medical education (vol. 1). Springer Publishing company: New York.

    Dewey, J. (1916). Democracy and education: An introduction to the philosophy of education. New York, NY: The Free Press.

    Duch, B., Groh, S. E., and Allen, D. E. (2001). The Power of Problem-Based Learning: A Practical “How-to” for Teaching Undergraduate Courses in Any Discipline. Sterling, Va.: Stylus.

  3. Literacia emocional: as 5 componentes

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    Fonte da imagem: Tejedor, A. (s.d.). Unsplash. https://unsplash.com/photos/yH18lOSaZVQ

    Que fatores explicam que pessoas com um Quociente de Inteligência elevado fracassem na vida pessoal e no trabalho e outras com um QI modesto triunfem e se realizem? Na vida diária que inteligências são mais importantes? Podem ser aprendidas, estando ao alcance de todos?

    Captura de ecrã 2021-04-29, às 10.04.09.png

    Fonte da imagem: Goleman, D. (1995). Emotional Intelligence – Why it can matter more than QI. Bantam Books. https://www.danielgoleman.info/books/emotional-intelligence/

    Na vida académica e profissional tem prevalecido um sistema de seleção meritocrático, baseado no QI, teste de inteligência criado por Binet, destinado à quantificação da inteligência dos indivíduos, com base num fator único, verbal e lógico-matemático, adquirido por herança genética e que, segundo este psicólogo e pedagogo, não pode ser substancialmente modificado pela experiência e educação.

    Igual para todos, tem sido questionado por ser injusto e parcial, ao não considerar outras capacidades e o modo diverso e, igualmente eficaz, como indivíduos agem no dia-a-dia diante de um problema e tarefa.

    Howard Gardner apresentou no livro Frames of Mind, um modelo alternativo e pluralista da mente, segundo o qual o indivíduo tem diferentes competências/ talentos – verbal, lógico-matemático, visual, cinestésico, musical, interpessoal e intrapessoal - independentes entre si, em diversos graus e combinações, que marcam um estilo único de aprendizagem. São produto de herança genética, uma predisposição, mas podem ser desenvolvidas pela educação (Educar o desconhecido).

    Captura de ecrã 2021-04-29, às 10.05.08.png

    Fonte da imagem: Gardner, H. (1983). Frames of Mind – The Theory of Multiple Intelligences. Basic Books. https://www.basicbooks.com/titles/howard-e-gardner/frames-of-mind/9780465024346/

    Aplicado à educação, este modelo pode ajudar à identificação e desenvolvimento das diferentes potencialidades das crianças e jovens sem excluir ninguém, através da criação de ambientes de aprendizagem que as reconheçam, valorizem (e motivem) e sejam ricos em experiências e recursos e através do desenvolvimento da metacognição, consciência dos próprios processos mentais.

    Segundo Daniel Goleman, a visão de Gardner, não obstante ampla e justa, segue um modelo cognitivista da mente, não reconhecendo que é a emoção que guia e move (‘emoção’, do latim 'movére', ‘movimento’) o processamento de informação e conhecimento e lhe dá significado, sabor. Em Gardner a emoção circunscreve-se às inteligências pessoais:

    “A inteligência interpessoal é a capacidade de compreender as outras pessoas; o que as motiva, como é que funcionam, como trabalhar cooperativamente com elas. Os vendedores, políticos, professores, clínicos e líderes religiosos bem-sucedidos terão tendência para ser pessoas possuidoras de um elevado nível de inteligência interpessoal. (…) a inteligência intrapessoal – conhecimento dos aspetos internos da pessoa: acesso à própria vida dos sentimentos; ao próprio leque de emoções, capacidade de discriminar essas emoções e, eventualmente, de as rotular e utilizar como meio de compreender e orientar o próprio comportamento” 1.

    Jornalista científico na área do comportamento humano, Goleman desenvolve e torna acessível o modelo de inteligência emocional criado pelos investigadores Peter Salovey e John Mayer, pioneiros em inteligência emocional, a partir das inteligências pessoais de Gardner. O artigo em linha, What Makes a Leader? (1998) 2e o best sellerinternacional, Emotional Intelligence(1995) são fontes importantes desta redefinição em cinco componentes.

    1. Conhecer as próprias emoções

    Conhece-te a ti mesmo é o conselho que o oráculo de Delfos dá a Sócrates há mais de 2400 anos e que implica identificar e compreender as próprias forças e fraquezas, necessidades e motivações e de como estas podem afeta-lo, a si e aos outros, na vida pessoal e profissional.

    Traduz-se na autoconsciência e permite reconhecer um sentimento quando ele ocorre (a partir de pistas vocais e faciais, linguagem verbal e comportamento), expressa-lo e avaliar a sua intensidade.

    Esta componente é importante porque as emoções ocorrem rapidamente - acontecem-nos! - e resultam num juízo imediato e primário, feito por associação livre e, ao termos consciência delas, podemos, em certa medida, controlar o seu curso e expressãoem nosso favor, acrescentando-lhes inteligência, razão.

    Há agressores que interpretam hostilidade em expressões faciais neutras porque não sabem identificá-las e jovens que não sabem distinguir ansiedade e fome (distúrbios alimentares).

    2. Gerir emoções

    Desenvolver uma conversa interior (ou em voz alta), no sentido de se tranquilizar, afastando ou redirecionando a tristeza, ansiedade e irritabilidade, de forma a não ficar prisioneiro dos próprios sentimentos e impulsos, perdendo o controlo de si próprio e domínio dos acontecimentos.

    Estados de espírito agradáveis aumentam a capacidade de pensar de forma complexa e encontrar soluções interpessoais. Questionar e interromper fluxos de pensamento pessimista pode ser aprendido.

    Suspender o juízo, pesquisar mais informação, escutar os outros e pensar antes de agir conduz à auto-regulação emocional que está na base da confiança, integridade, capacidade de lidar com a mudança, características pessoais e organizacionais fundamentais.

    “Não há sentimentos que não se devam ter”, há é reações corretas e outras não: “Qualquer um pode zangar-se – isso é fácil. Mas zangar-se com a pessoa certa, na justa medida, no momento certo, pela razão certa e de certa aneira – isso não é fácil”, diz Aristóteles em Ética a Nicómaco 3.

    Quando se torna difícil o controlo emocional, esfriar (por exemplo, dar uma volta, ir fazer bricolage), distrair-se (ler um livro, ouvir música, jogar, fazer exercício físico), conviver (ir ao cinema com família ou amigos), satisfazer prazeres sensuais (comer o prato favorito, tomar um banho quente) ajudam a modificar o estado de espírito e podem ser mais eficazes do que chorar (tende a aumentar a ruminação e estado de mal-estar) e explodir (aumenta o estado de entropia do cérebro, levando por vezes as pessoas a sentirem-se mais zangadas) – a catarse, libertação de sentimentos socialmente prejudiciais, como medo ou fúria, valorizada por Aristóteles, tem benefícios quando orientada para atividades socialmente valorizadas, como artes ou desporto.

    Alguém emocionalmente perturbado tem dificuldade no desempenho porque as emoções afetam a concentração e memória de trabalho, responsável pela informação dirigida à tarefa.

    3. Motivar-se

    Prosseguir objetivos com energia e persistência, controlando a impulsividade e adiando a recompensa, trabalhando por razões além de dinheiro e estatuto (fatores externos), para alcançar a realização, pessoal e do grupo, é próprio de pessoas apaixonadas por aprender e trabalhar, persistentes e que procuram desafios criativos e superação. Estas controlam e mobilizam as emoções, colocando-as ao serviço da tarefa e, nestes momentos, desenvolvem total concentração, ficando alheadas da realidade, perdendo a consciência de si (autoesquecimento). Estes momentos, estudados e descritos pelo psicólogo croata Mihaly Csikszentmihalyi, como estado de fluxo, correspondem ao limite positivo da aplicação da inteligência emocional.

    Geralmente as pessoas que se motivam facilmente possuem elevado nível de esperança, não se deixam dominar por uma atitude derrotista ou ansiosa e encontram formas flexíveis de alcançar o objetivo. A esperança e otimismo são atitudes emocionalmente inteligentes que podem ser aprendidas e um certo grau de preocupação e ansiedade fazem parte da motivação e são benéficos para o desempenho.

    4. Reconhecer as emoções dos outros

    A empatia traduz-se na capacidade de identificar e compreender as emoções dos outros, adaptando o próprio comportamento às reações deles. Uma pessoa empática não é a que tenta agradar a todos, mas a que, nas suas decisões, tem em conta os sentimentos e pontos de vista de todos os elementos da equipa, mantendo-a coesa. Inclusive, se for o caso de criticar/ elogiar, faz com que a crítica seja específica, propõe uma solução, fá-lo em presença e em privado e é sensível às reações da outra pessoa.

    É fundamental para:

    - Cooperação e trabalho em equipa;

    - Altruísmo, compaixão e solidariedade;

    - Lidar com as diferenças e preconceitos na vida diária das sociedades interculturais, geradas pela mobilidade e globalização.  

    5. Gerir relacionamentos

    Tal como a empatia, a competência social é uma habilidade para se relacionar com os outros, movendo-os na direção pretendida, sob o pressuposto de que sozinho não se chega longe. É particularmente importante nos líderes, mas também nas relações pessoais, fazendo amigos.

    Falar e fazer perguntas aos colegas durante a brincadeira, escutar e observa-los para ver como se comportam, dar-lhes um elogio quando tiveram bom desempenho e palavras de encorajamento quando vão realizar uma prova difícil, sorrir e oferecer ajuda, podem ser formas de estreitar amizades.

     

    Estas cinco competências são fundamentais porque:

    - Preparam para as vicissitudes da vida diária e relacionamentos;

    - Afetam o bem-estar, desempenho e, inclusive, posições éticas;

    - Níveis académicos elevados e progresso tecnológico, não tem resultado em melhores níveis de equilíbrio emocional, satisfação e solidariedade social. As perturbações mentais aumentam com a idade, mas os jovens, a partir dos 14 anos, são quem regista maior acréscimo de perturbação 4.

    Estas competências podem ser aprendidas em contexto escolar e Goleman influencia a criação de programas educativos para bem-estar ou autoregulação emocional e sucesso académico, como PATHS (Parents and Teachers Helping Students) 5.

     

    Referências

    1. Gardner, H. (2006). Multiple intelligences – New Horizons. Basic Books, pp. 15, 17.

    2. Goleman, D. (1998). What makes a líder? Harvard Business Review. https://thisisthrive.com/sites/default/files/What-Makes-a-Leader-Daniel-Goleman.pdf

    3. Goleman, D. (2020). Inteligência emocional. (26.ª ed.). Temas e Debates, pp. 293, 9.

    4. Ibid., p. 255.

    5. Kusché, C., Greenberg, M., Domitrovich, C, Cortes, R. et al. (s.d.). PATHS Program LLC. https://pathsprogram.com/paths-program-pk5

  4. Dia Mundial da Língua Portuguesa - ao colo das histórias

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    <p class="sapomedia images"><img class="" style="width: 605px; padding: 10px 10px; border: 1px solid #c0c0c0;" title="Captura de ecrã 2021-05-05, às 11.34.19.png" src="https://c5.quickcachr.fotos.sapo.pt/i/Baf1819fc/22078634_sAvZ7.png" alt="Captura de ecrã 2021-05-05, às 11.34.19.png" width="605" height="714" /></p> <p><span data-sheets-value="{"1":2,"2":"O livro infantil Contar histórias com a avó ao colo, que vai ser lançado em Moçambique para celebrar o Dia Mundial da Língua Portuguesa, reúne 16 contos originais de autoras de oito países lusófonos.\n\nEditada pela Escola Portuguesa de Moçambique - Centro de Ensino e Língua Portuguesa e pelo Camões - Centro Cultural em Maputo, com o patrocínio da Rede de Bibliotecas Escolares, a obra remete para ditados e expressões populares e para o conhecimento passado de geração em geração. Contar Histórias com a Avó ao Colo reúne autoras de todos os estados-membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), à exceção da Guiné Equatorial. Conta, assim, com a participação de Lurdes Breda (Portugal), Mariana Lanelli (Brasil), Maria Celestina Fernandes (Angola), Natacha Magalhães (Cabo Verde), Kátia Casimiro (Guiné-Bissau), Angelina Neves (Moçambique), Olinda Beja (São Tomé e Príncipe) e Maria do Céu Lopes da Silva (Timor-Leste). A ilustração e o design editorial são da autoria de Tânia Clímaco e a coordenação editorial é da responsabilidade de Teresa Noronha.\n\nPara além da edição em suporte de papel, a obra estará disponível em suporte digital, podendo ser descarregada gratuitamente no sítio do instituto Camões de Maputo http://camoes-ccpmocambique.co.mz/eventos/apresentacao-do-livro-fisico-digital-conta-me-historias-avo-ao-colo/. Na página do evento, poder-se-á também aceder ao vídeo de divulgação do lançamento, com testemunhos das autoras e leituras de crianças dos países envolvidos\n"}" data-sheets-userformat="{"2":15043,"3":{"1":0},"4":{"1":2,"2":4555150},"9":0,"10":0,"12":0,"14":{"1":3,"3":1},"15":"Calibri","16":11}" data-sheets-textstyleruns="{"1":0}{"1":17,"2":{"6":1}}{"1":51}">O livro infantil <em>Contar histórias com a avó ao colo</em>, que vai ser lançado em Moçambique para celebrar o Dia Mundial da Língua Portuguesa, reúne 16 contos originais de autoras de oito países lusófonos.<br /></span></p> <p><span data-sheets-value="{"1":2,"2":"O livro infantil Contar histórias com a avó ao colo, que vai ser lançado em Moçambique para celebrar o Dia Mundial da Língua Portuguesa, reúne 16 contos originais de autoras de oito países lusófonos.\n\nEditada pela Escola Portuguesa de Moçambique - Centro de Ensino e Língua Portuguesa e pelo Camões - Centro Cultural em Maputo, com o patrocínio da Rede de Bibliotecas Escolares, a obra remete para ditados e expressões populares e para o conhecimento passado de geração em geração. 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Na página do evento, poder-se-á também aceder ao vídeo de divulgação do lançamento, com testemunhos das autoras e leituras de crianças dos países envolvidos\n"}" data-sheets-userformat="{"2":15043,"3":{"1":0},"4":{"1":2,"2":4555150},"9":0,"10":0,"12":0,"14":{"1":3,"3":1},"15":"Calibri","16":11}" data-sheets-textstyleruns="{"1":0}{"1":17,"2":{"6":1}}{"1":51}">Editada pela Escola Portuguesa de Moçambique - Centro de Ensino e Língua Portuguesa e pelo Camões - Centro Cultural em Maputo, com o patrocínio da Rede de Bibliotecas Escolares, a obra remete para ditados e expressões populares e para o conhecimento passado de geração em geração. Contar Histórias com a Avó ao Colo reúne autoras de todos os estados-membros da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), à exceção da Guiné Equatorial. 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  5. Dia Mundial da Língua Portuguesa

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    Sendo uma das línguas mais difundidas no mundo, com mais de 265 milhões de falantes espalhados por todos os continentes, o Português é uma das principais línguas de comunicação internacional.

    Em 2019, a UNESCO decidiu proclamar o dia 5 de maio de cada ano como Dia Mundial da Língua Portuguesa, data que já era comemorada desde 2009 pelos países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

    A RBE convidou as bibliotecas escolares a associarem-se a esta comemoração, tendo apresentando algumas sugestões de trabalho, a serem desenvolvidas ao longo do último mês.

    Muitas aderiram ao desafio e têm vindo a implementar as suas atividades com os alunos. Embora ainda não tenham sido partilhados com a RBE todos os trabalhos produzidos (muitas iniciativas só serão realizadas durante o dia 05/05), apresenta-se o muito que já foi feito. O número de alunos abrangidos pelos produtos publicados (cerca de metade das inscrições) é próximo de 8000! Mais uma vez, as bibliotecas responderam: Presente!

    Veja aqui os trabalhos dos alunos, partilhados pelas bibliotecas:

    Criado com o Padlet